Maior Parque Tecnológico do País abrange empresas do setor aeroespacial e outros segmentos, como saúde, automotivo, têxtil, TIC e transporte

Empresas do setor da saúde de Londrina e Região, junto a entidades locais, visitaram, na última semana, o Parque Tecnológico de São José dos Campos, em São Paulo. A missão técnica foi organizada pelo Sebrae/PR com o apoio da governança do setor da saúde – SALUS (Saúde Londrina União Setorial). O objetivo foi de apresentar ao grupo as oportunidades de integração e inovação para o setor da saúde, em um ambiente dinâmico, como os Parques Tecnológicos.

Em sua estrutura, o Parque Tecnológico de São José dos Campos conta com empresas, institutos de ciência, tecnologia, ensino e pesquisa, centros de desenvolvimento tecnológico, universidades, laboratórios multiusuários, universidades como USP, Unesp, Unifesp e UAM, incubadoras, APL de TIC e escritório de negócios.

De acordo com o diretor de Ciência e Tecnologia do Instituto de Desenvolvimento de Londrina – Codel, a visita ao Parque foi importante para observar o modelo de sustentabilidade, tal como toda a integração proporcionada. “Foi interessante para conhecermos a atuação na área da saúde e também todo o modelo de sustentabilidade do Parque. Estamos pensando na possibilidade de projetos em parceria e também melhorar toda a estrutura do Parque em Londrina, com conceitos de cidades inteligentes”, considera.

Segundo Simone Shavarski, consultora do Sebrae/PR, a visita foi essencial para conhecer as inúmeras oportunidades de inovação para o Parque Tecnológico, principalmente no setor da saúde. Hoje, das sete empresas incubadas no parque em Londrina, quatro desenvolvem soluções na área da saúde. “A saúde está na vocação de Londrina. Queremos contribuir e incentivar cada vez mais a integração de todo o setor com o Parque Tecnológico, o que irá gerar um impacto extremamente positivo para a cidade”, acredita.

Em São José dos Campos o grupo foi recebido pelo diretor do Parque, Marcelo Sáfadi Alvares, que também é londrinense. Para ele, Londrina está no caminho certo do desenvolvimento econômico atrelado a setores fortes, como o da saúde e a tecnologia, e alinhada com a inovação.

“Um parque tecnológico muda o patamar e o status não só da cidade, mas da região. É um impacto brutal, pois para cada R$ 1 que a prefeitura investiu no parque, devolvemos R$ 11,70 para o município, com recursos captados do governo federal, estadual e de iniciativas privadas. Vejo que Londrina tem um potencial enorme, com universidades como UEL, Unopar, PUC e outras, então há toda uma base. Além disso, tem o setores de TIC, Agro e Saúde, que são muito fortes, e vem buscando conceitos de cidades inteligentes. Existe assim todo um cenário para que o Parque Tecnológico de Londrina cresça, se fortaleça e se torne referência”.

 

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